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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Cinco coisas que aprendi com o lápis
Cinco coisas que aprendi com lápis
1° qualidade: Você pode fazer grandes coisas, mas não se esqueça nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
2° qualidade: De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas
no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores,
porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
3° qualidade: O lápis sempre permite que usemos uma borracha para
apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos
não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no
caminho da justiça.
4° qualidade: O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua
forma exterior, mas o grafite que está dentro.
1° qualidade: Você pode fazer grandes coisas, mas não se esqueça nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
2° qualidade: De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas
no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores,
porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
3° qualidade: O lápis sempre permite que usemos uma borracha para
apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos
não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no
caminho da justiça.
4° qualidade: O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua
forma exterior, mas o grafite que está dentro.
E Finalmente a 5° qualidade: O Lápis sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços...
(Autor desconhecido)
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Sociedade influenciada pela mídia
Dias atrás eu estava assistindo a uma reportagem sobre anorexia. Fiquei observando as imagens e pensando nos fatores que podem levar pessoas á abrirem mão de sua saúde por uma "melhor aparência". Muitos, por má alimentação ou mesmo a total falta dela, perdem a vida na tentativa de possuírem corpos "perfeitos". No entanto, os sacrifícios pela boa aparência física têm ligação apenas em doenças como a anorexia. São cirurgias plásticas, bronzeamentos artificiais, dietas rigorosas, atividade física intensa e inadequada, anabolizantes e por aí vai. Tudo isso em prol da perfeição, segundo aquilo que a mídia prega.
De uma maneira geral, não se tratando apenas do fator estético, as pessoas cada vez mais estão obcecadas em possuir aquilo que lhe é imposto como "ideal". Em tempo integral, somos bombardeados por propagandas, anúncios e tantas outras jogadas dos diversos meios de comunicação nos dizendo como devemos ser, como devemos agir e como devemos pensar. Podemos utilizar como exemplo a grande influência que as novelas brasileiras possuem na sociedade. Muitos costumes, manias, tendências, gírias advêm de novelas. Basta a mocinha da novela usar um determinado corte de cabelo, que logo surgi uma multidão de mulheres com cabelos iguais. Não estou sendo radical. Eu mesma já me inspirei em alguém na hora do corte de cabelo. O grade problema é que muitos em meio a tanta influência têm perdido algo muito importante, sua personalidade.
Por muitas vezes pude ver uma mudança de opinião de alguns tão rápida quanto a mudança da lista das músicas mais ouvidas da semana. Opinião camaleão que muda, se transforma de repente de acordo com a modinha do momento. Opinião camaleão. As definições podem ser diversas, mas particularmente vejo como um vácuo de opinião própria e pessoas mecanicamente sendo aquilo que o resto da sociedade é e quer ser.
Em outras palavras, o fantoche da mídia é a sociedade. Na atual sociedade capitalista e egocêntrica acaba se tornando até mesmo fácil implantar idéias como, "para ser feliz, ser aceito e admirado compre este carro, vista-se dessa forma, ouça essa música, torne-se fisicamente assim, faça tais coisas, pense dessa maneira".
Em outras palavras, o fantoche da mídia é a sociedade. Na atual sociedade capitalista e egocêntrica acaba se tornando até mesmo fácil implantar idéias como, "para ser feliz, ser aceito e admirado compre este carro, vista-se dessa forma, ouça essa música, torne-se fisicamente assim, faça tais coisas, pense dessa maneira".
Em uma sociedade massificada e padronizada, tomar atitudes diferentes, ou "nadar contra a maré", é atitude de poucos. Infelizmente.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Eu e meus muros
Eu e meus muros
Prefiro não me expor. Sou o tipo de pessoa que diz, ou tenta dizer, o essencial. Sem criar laços tão facilmente, sem me despir das barreiras naturais, meus muros.
Coisa que detesto é quando me sinto extremamente incomodada com algo, descordando, preocupada, impaciente, mas por cordialidade ou no mínimo educação, tento encobrir minha agitação interior, como alguém que usa uma máscara de normalidade. Talvez por medo de ofender, ou de ter que expor os sentimentos internos, ou mesmo para não ser aquela pessoa chata, que não concorda com aquilo que a sociedade já se acostumou.
Assim reforço meus muros, pois me volto tão fixamente para mim mesma, escondendo a tensão e a infelicidade do momento, que torno ainda mais estreito o caminho para as relações mais profundas, além da superficialidade.
Muitos crêem me conhecer e não me conhecem. Um livro extenso, ainda sendo escrito, com páginas arrancadas, outras manchadas ou desbotadas, impossíveis de extrair leitura, esquecidas. Livro ao qual nem mesmo o autor auxiliar sabe interpretar trechos, não se lembra, não sabe o que será escrito. Assim são as pessoas, extensas, complexas, tão inconhecíveis por todos, e por si mesmas.
Muitos crêem me conhecer e não me conhecem. Um livro extenso, ainda sendo escrito, com páginas arrancadas, outras manchadas ou desbotadas, impossíveis de extrair leitura, esquecidas. Livro ao qual nem mesmo o autor auxiliar sabe interpretar trechos, não se lembra, não sabe o que será escrito. Assim são as pessoas, extensas, complexas, tão inconhecíveis por todos, e por si mesmas.
Dizem que criar barreiras é mais fácil do que permitir que as pessoas tenham acesso á nós. Verdade ou não, prefiro não mudar o que até agora, agindo feito seletor, só me trouxe benefícios em assuntos de relações interpessoais. Ou posso estar errada. De qualquer forma, sei que os valorosos sempre ultrapassam os muros, e se decidirem ficar, para esses, caem os muros.
Carolyne Apolinario Peluci
Carolyne Apolinario Peluci
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Deus criou o mal?
O professor, no decorrer de sua aula, faz um questionamento á seus alunos:
- Deus criou tudo que existe?
Alguns alunos respondem que sim. O professor continua:
- Se Deus criou tudo, então Ele também criou o mal. Correto?
Em meio aos alunos pensativos eis que um garoto sentado ao fundo levanta a mão e diz:
- Com licença, Professor, o frio existe?
- Que tipo de pergunta é essa? Claro que o frio existe. Você nunca sentiu frio?
O garoto responde:
- Na verdade senhor, o frio não existe. De acordo com as leis da física, o que nós consideramos frio é, na realidade, ausência de calor.
O garoto continua:
- Professor, e a escuridão existe?
- Sim.
O garoto novamente responde:
- Você está errado professor. A escuridão também não existe. A escuridão, na realidade, é a ausência de luz. A luz, nós podemos estudar, mas não a escuridão. O mal não existe, é a mesma coisa da escuridão e do frio. Deus não criou o mal. O mal é resultado do que acontece quando o homem não tem o amor presente em seu coração. Portanto, Deus criou o amor, não o mal.
- Deus criou tudo que existe?
Alguns alunos respondem que sim. O professor continua:
- Se Deus criou tudo, então Ele também criou o mal. Correto?
Em meio aos alunos pensativos eis que um garoto sentado ao fundo levanta a mão e diz:
- Com licença, Professor, o frio existe?
- Que tipo de pergunta é essa? Claro que o frio existe. Você nunca sentiu frio?
O garoto responde:
- Na verdade senhor, o frio não existe. De acordo com as leis da física, o que nós consideramos frio é, na realidade, ausência de calor.
O garoto continua:
- Professor, e a escuridão existe?
- Sim.
O garoto novamente responde:
- Você está errado professor. A escuridão também não existe. A escuridão, na realidade, é a ausência de luz. A luz, nós podemos estudar, mas não a escuridão. O mal não existe, é a mesma coisa da escuridão e do frio. Deus não criou o mal. O mal é resultado do que acontece quando o homem não tem o amor presente em seu coração. Portanto, Deus criou o amor, não o mal.
terça-feira, 26 de julho de 2011
O tempo...
O tempo é muito tempo para os que esperam. Imperceptível para os que festejam. Longo para os que lamentam. O que é tempo para aqueles que não têm tempo? O tempo é dádiva para aqueles que traçam objetivos. É apenas uma questão para os sonhadores. Eterno para aqueles que amam verdadeiramente.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Texto reflexivo
Será que nós sabemos reconhecer quem é que realmente é responsavel por grandes feitos?
O porco e o cavalo
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias. No terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias. No terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava a conversa.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
-Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
-Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar.
Upa! Um, dois, três...
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou, isso merece uma festa!Vamos matar o porco!
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou, isso merece uma festa!Vamos matar o porco!
(Autor desconhecido)
terça-feira, 31 de maio de 2011
Em assuntos de amor...
Amor. Assim como escreve Luiz Fernando Veríssimo em sua crônica Amores: "Amor. Do latim 'amore'. Substantivo masculino. Devoção, dedicação. Desejo de que nada aconteça ao nosso amor, principalmente ter amor por outro."
Sei bem que amor é o sentimento do arriscar. Doar o seu amor, sentimento tão delicado, confiando-o aos cuidados do outro. Arriscar perder, arriscar sofrer, arriscar se possível for, não amar mais. Uns dizem que é possível amar e desamar, amar e esquecer que amou. Outros confirmam que amor, uma vez amor para sempre amado.
Eu sinto muito amor. O mesmo amor que antes sentia continuo a sentir. Amizade é uma forma de amor, carinho é uma forma de amor, compaixão também. Há quem diga que até mesmo o ódio, tão contraditório ao amor, é um tipo de amor que gravemente adoeceu.
Em assuntos de amor coexistente com a paixão nada, ou quase nada sei. Aprendi com a vida que paixão sem amor passa, mas o amor puro nunca pode ser levado. Paixão sem amor um dia se esgota, se cansa, se esquece. O amor é o sentimento que procede do mais profundo da alma. É resistente, persistente, paciente e benigno. Resiste a distância, persiste ao tempo, espera o momento e faz bem á qualquer um. É uma dádiva.
(Carolyne A. Peluci)
(Carolyne A. Peluci)
Absurdo.
Como pode o amor não coincidir consigo mesmo?
Adolescente, amava de um jeito. Adulto, amava melhormente de outro. Quando viesse a velhice, como amaria finalmente? Há um amor dos 20, um amor dos 50 e outro dos 80? Coisa de demente.
Não era só a estória e as estórias de amor. Na história universal do amor, amou-se sempre diferentemente, embora parecesse ser sempre o mesmo amor de antigamente.
(...)
Não havia jeito. O amor era o mesmo e sempre diferenciado.
O amor se aprendia sempre, mas do amor não terminava nunca o aprendizado.
Optou por aceitar sua ignorância.
Em matéria de amor, escolar, era um repetente comformado.
E na escola do amor declarou-se eternamente matriculado."
(Trecho do texto Amor: O interminável aprendizado, por Affonso Romano de Sant'anna)
terça-feira, 17 de maio de 2011
O inverno chegou!
Dias atrás quando me levantei da cama, pouco depois das seis da manhã com meu pijama curto, pude perceber que o verão estava começando a se despedir. Um friozinho, um ventinho meio frio, o sol perdendo sua força. E cada dia que passava mais frio ficava. O inverno chegando e trazendo com ele uma preguiça cada vez maior ao me levantar da tão confortável cama pela manhã gelada. Aquela vontade persistente de assistir filme debaixo das cobertas quentinhas e aconchegantes foi ficando proporcionalmente maior com frio, assim como aquele não querer mais sair do banho quentinho, ou ainda o desejo de tomar um bom e incomparável chocolate quente.
Ah... o inverno. Época em que o calor humano é tão valorizado assim como esses momentos de conforto e de aconchego. Mas... e se eu ou você que está lendo este texto tivéssemos apenas um agasalho? E se você não tivesse nenhum? Talvez isso não pareça tão prazeroso assim.
Se você possui um coração aquecido, doe calor, doe um agasalho, um cobertor ou qualquer coisa que possa ser utilizado para proteger alguém do frio. Participe da Campanha do Agasalho. Acesse http://www.campanhadoagasalho.sp.gov.br/ ,saiba mais sobre a campanha e descubra o seu local de doação mais próximo.
"A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana." (Franz Kafka)
Ah... o inverno. Época em que o calor humano é tão valorizado assim como esses momentos de conforto e de aconchego. Mas... e se eu ou você que está lendo este texto tivéssemos apenas um agasalho? E se você não tivesse nenhum? Talvez isso não pareça tão prazeroso assim.
Se você possui um coração aquecido, doe calor, doe um agasalho, um cobertor ou qualquer coisa que possa ser utilizado para proteger alguém do frio. Participe da Campanha do Agasalho. Acesse http://www.campanhadoagasalho.sp.gov.br/ ,saiba mais sobre a campanha e descubra o seu local de doação mais próximo.
"A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Fatos do dia-a-dia - A planta
A planta
Minha mãe tinha uma plantinha pequenininha na cozinha. A coisinha verde ficava na janela, e todas as vezes que eu parava para beber água jogava as últimas gotinhas do copo na pobre coisinha verde que torrava no sol. O ato era tão automático e envolto de tanta correria que eu sequer olhava para a planta.
O gesto já havia virado rotina e eu nem sabia quantas vezes por dia repetia-o. Foi quando numa certa noite ouvi a voz da minha mãe, que vinha da cozinha dizendo "este meu cacto está todo estranho, coitado". Cacto? Naquela hora me lembrei de um cacto pequenininho que minha mãe tinha ganhado havia algum tempo. Bem cedo, no dia seguinte quando fui beber água olhei para a janela e vi. A planta da minha mãe, aquela que torrava no sol era um cacto. O bichinho estava meio caído, com jeito de triste, todo molenga.
Então, vendo-o todo esquisito parei e percebi o que eu tinha feito. Parei imediatamente de regá-lo. Alguns dias se passaram e ele morreu. Minha mãe gostava daquele cacto. Ela jogou-o fora. Agora eu jogo as últimas gotas de água na pia.
Com o que aconteceu, pude retirar algo para mim. Estive pensando quantas vezes, por conta da "falta de tempo" eu passei pelos mesmos lugares, várias vezes sem sequer olhar ao meu redor e perceber que estou fazendo algo errado todos os dias. Jogamos a culpa na correria, mas é preciso abrir os olhos. A rotina nos transforma em robôs. Fazemos as mesmas coisas, da mesma forma, dia após dia. E se eu não parar e olhar para aquilo que estou fazendo, corro o risco de causar danos irreversíeis. Pode parecer exagero, pode parecer idiota, mas para mim faz muito sentido.
(Carolyne A. Peluci)
terça-feira, 26 de abril de 2011
"Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior" (Paulo Coelho)
Que bom que este blog não possui leitores fiéis e famintos de novidades. Durante as férias fui visitada pela Preguiça e deixei o blog de lado, e agora que as férias acabaram estou com tantos compromissos, tarefas, trabalhos, tanto corre-corre que quando me sobra um tempinho, aproveito para fazer coisas bem mais prazerosas do que escrever em um blog. Não que escrever não seja prazeroso, mas o vídeo-game, por exemplo, acaba me roubando do computador ás vezes.
Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.
Hoje estou meio de saco-cheio da rotina e por isso resolvi fugir um pouco da mesmice e doar um pouquinho do meu tempo ao Porta - Treco (Uau... que emocionante! ¬¬ ).
A postagem de hoje é um texto de Paulo Coelho que li em uma página qualquer da internet. Não tive muito tempo para estar pesquisando maiores informações, por isso deixo avisado que as fontes de onde tirei o texto não são seguras. De qualquer forma é um belo texto.
Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Amor (Texto de Marcia de Souza Fagundes)
Amor
É seu amor... Enquanto eu conseguir falar palavra, ela será amor. Amor é o sentimento constipado de felicidade, é uma nostalgia de presente, um bem-querer sem bem pensar. É aquele querer espremer, abraçar até tornar um, dois corpos. Amor é o sentimento pleno da paixão, é aquela calmaria que toda plenitude traz. É a ansiedade que toda tormenta produz, mas da terra, acalentada pelo ruído do mar, que perturba. Costumava dizer que o amor era conseqüência da paixão. Ao senti-lo, vi que me enganei. O amor, se existe, coexiste com a paixão, é concebido no primeiro olhar. Paixão não dura sem amor. O amor subsiste em qualquer bafo de existência, permanece além da esperança, além das forças, além dos deuses. O amor é maior do que qualquer divindade suprema, mais forte que qualquer universo. O amor verdadeiro se basta. Com fome, frio e dor. O amor permanece. Quando nada mais restar, nem mesmo o ódio, oposto que confirma, resta o abraço quente do ser amado pra nos mostrar que existimos. Mais importante que isso: que coexistimos. O amor, se amor, é eterno. Diferente da truculenta e voraz paixão que consome até se apagar, o amor alimenta. Não cessa de alimentar. É a energia em si, não consome, não exige, não precisa. Apenas é. Pra sempre é. Não morre com o corpo, não nasceu com ele. Surge e vive, eterno e plural, em dois corpos que decidiram deixar-se habitar. O amor não foge, não prende e não puxa. Atrai. O amor atrai, alimenta, seduz. Faz bem, ensina, constrói, edifica. O amor é aquela sensação do primeiro ao último beijo. Aquela certeza louca que nos obriga a sentir tudo sinceramente, a dizer tudo sinceramente. É o fim dos jogos das paixões juvenis, o início da loucura franca de dizer "pra sempre". O amor é a verdade da vida, a única certeza que temos. Nossos amores são nossos pilares, e nós somos os seus. Sorte de quem tem amor, um só, que seja. Ou se ama, ou não se ama, verbo intransitivo fora da gramática dos céticos. Amores mesmo, são poucos os que trazemos conosco. O verbo amar só é pleno quando sujeito, complemento, objeto, substantivo, paradoxo. Minha família é meu amor. Meus amigos são meu amor. O pai dos meus futuros filhos é o meu amor, o meu amor que coexiste com a paixão. O meu amor-mar do filme sob os lençóis, do grito de eu te amo na beira da praia, do corpo que esquenta, dos olhos brilhantes, sempre meus. Ele é o meu amor eterno. Verdade franca, redundante, louca e crua. Sob as gargalhadas de nossas cócegas ao brincar de ser criança, está sendo dito, constantemente, o desabafo insanamente são do sentimento que vive dentro de nós e entre nós dois: te amo.
(Marcia de Souza Fagundes)
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